quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

131 - Mafalda, Palermo e vida de turista

Ontem pegamos um daqueles ônibus de turismo amarelinhos tão recomendados pela Tânia e nos divertimos deveras zanzando pela cidade sobre quatro rodas ao lado de um monte de outras gentes. Ele passa em todos os pontos turísticos e, como o bilhete vale para um dia inteiro e é possível saltar e embarcar de novo onde e quando bem se quiser, este é um passeio que vale muito a pena. Pude rever algumas coisas e ver outras que ainda não tinha visto, isso sem falar no panorama geral da cidade que se pode ter numa volta desse tipo. O site é este aqui: http://www.buenosairesbus.com/, e olhem só o busum (foto capturada aqui):


Saltamos na Recoleta e fomos comer no El club de la milanesa (Azcuénaga 1898), em frente ao cemitério e ao lado do Recoleta Mall. Ambiente moderninho especializado nessa iguaria típica. Como já não aguentava mais comer carne, pedi uma de peixe (delícia!) e saladinha para acompanhar, mas vale lembrar que o purê de batata que a Tia Leyla pediu estava divino. Mamãe e Julia ainda embarcaram de novo no busum para conferir o Caminito, mas as minhas costas clamavam por uma banheira e água quente.

Na terça de manhã fomos conhecer os parques de Palermo, que são grandiosos e lindos, um ótimo passeio. Pena que, por ser feriado, alguns estavam fechados, como o Jardim Japonês e o Roseiral. Mas tudo bem, este é um bom motivo para lá voltar:


O tempo estava super agradável, a temperatura baixou bem e tivemos que nos agasalhar um pouco. Lá também se encontra o planetário Galileu Galilei. É uma construção modernosa, tipo o cogumelo de concreto da Biblioteca Nacional já devidamente registrado num post anterior.


Enterramos os ossos numa macarronada feita a quatro mãos e regada a mais um ótimo vinho nacional (já havíamos nos preparado e ido ao supermercado, já que no dia primeiro de janeiro quase nada abre por aqui) e, no fim da tarde, fomos procurar a Mafalda numa esquina de San Telmo. E não é que a encontramos? Olhem só:


Claro que a mamãe não resistiu ao abraço:


E nem o Pedro a uma cantada:



Seu bairro é San Telmo, sua aldeia, o mundo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Torrei nesse SOL!

odete disse...

Eu não poderia ir a BA e não encontrar com minha amiguinha.
mami