Semaninha deprimente, de despedidas, tentando conter a ansiedade do retorno... Ontem estive com o Carlos, fomos apanhar a Olívia na escolinha que é no meio do mato, no Parque Florestal de Monsanto, que eu não conhecia e que me encantou. Ando tão atordoada que acabei não tirando fotos lá, lugar maravilhoso, mas pelo menos registrei o meu velho amigo antes de ir embora:
Estas imagens do local capturei na internet:
E hoje fui almoçar com Dona Rosa e família num restaurante giro, perto do Lumiar, que se chama Os Compadres:
Finalmente revi a Inês, que agora é uma moça, e conheci o Diogo, netos da Dona Rosa. Almoço agradável em família, bacalhau e vinho alentejano, que ajudou a amenizar a melancolia desse último dia em Lisboa.
Para me despedir dessa imersão que acabei fazendo na biografia do Pessoa, registro aqui outros lugares pessoanos de Lisboa.
1) A Brasileira, confeitaria que hoje é no Chiado, onde se encontra a estátua do poeta, mas que, no tempo dele, era no Rossio. Fui lá dar um abraço nele todas as vezes que vim aqui:
| Eu e Pessoa em 2017 |
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| Eu e Pessoa em 2022 |
2) Martinho da Arcada, bar e restaurante na Praça do Comércio, frequentado por Pessoa e amigos, onde hoje eles mantêm um canto com um pouco dessa memória, esperando o retorno de seu cliente ilustre:
3) Túmulo no Mosteiro dos Jerônimos: apesar de ter sido enterrado no Cemitério dos Prazeres, 50 anos depois foi transferido para junto de Vasco da Gama, Camões, entre outros figurões da história nacional. Estas fotos tirei em 2008:
4) Rua dos Douradores, onde vivia e trabalhava Bernardo Soares. Suponho que seja por isso que hoje se encontre a seguinte placa numa esquina:
5) Pessoa por Almada: duas pinturas - Retrato de Fernando Pessoa - que se encontram hoje na Casa Fernando Pessoa e na Fundação Calouste Gulbenkian, respectivamente de 1954 e 1964:













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