Logo de cara encontrei o Cervantes na Plaza de las Cortes:
Agora com a placa mais de perto:
E os relevos laterais com Don Quijote e Sancho Panza:
Depois, na Plaza de España, mais do mesmo, agora comigo no meio, para celebrar a alegria que foi essa leitura ao longo do ano passado:
Achei também a casa do Lope de Vega, por quem me apaixonei quando vi o filme do Andrucha Waddington:
Esta é uma das poesias dele que descobri no ano passado:
Desmayarse, atreverse, estar furioso,
Áspero, tierno, liberal, esquivo,
Alentado, mortal, difunto, vivo,
Leal, traidor, cobarde y animoso;
No hallar fuera del bien centro y reposo,
Mostrarse alegre, triste, humilde, altivo,
Enojado, valiente, fugitivo,
Satisfecho, ofendido, receloso;
Huir el rostro al claro desengaño,
Beber veneno por licor suave,
Olvidar el provecho, amar el daño;
Creer que un cielo en un infierno cabe,
Dar la vida y el alma a un desengaño;
Esto es amor, quien lo probó lo sabe.
Lope de Vega
Poesía selecta (Ed. Antonio Carreño). Madrid: Letras Hispánicas, 2003, p. 254.
Mas alegria mesmo foi encontrar minha amiga Elena, a española loca, e seu namorado Tom, brasileiro da gema:
Almoçamos juntos num restaurante que eles costumam frequentar, onde conhecem a malta toda, e que é honestíssimo, com comida boa e barata:
Na saída, a nau hispano-brasileira ainda fez pose para foto:
E depois mais pose da nau brasileira:
E do casal 20:
Andamos pela cidade toda, passamos em frente ao Palácio Real, fomos à Plaza de Oriente, onde se encontram estas ruínas egípcias (também nas fotos acima):
Passamos pela Plaza de España, descemos a Gran Vía e desaguamos na Puerta del Sol, perto da casa do Tom, onde ele e seus amigos começaram a preparar a feijoada que vai rolar amanhã. Espero que eu tenha condições de ir lá desfrutar disso, pois amanhã passo o dia em Salamanca.
Só faltou dizer que antes de encontrar com os amigos, fui ao único museu de Madri (dos três maiores) que ainda não conhecia: o Thyssen Bornemiza. O Prado e o Reina Sofía eu já havia conhecido da outra vez, como se vê nas postagens de 2008 aqui e aqui. Me gustó mucho! É pequeno, com um belíssimo e variado acervo, e dei sorte de estar rolando uma exposição da Vanguarda Russa do acervo do museu, que me lembrou a inesquecível exposição da Vanguarda Russa que rolou há uns dois anos lá no CCBB. Lembram?