Para dar continuidade a essa onda de felicidade, acordei tarde, mas deu tempo de dar um abraço (mais um! vejam os outros aqui e aqui) no Pessoa lá no Chiado:
E seguir para um dos meus vegetarianos preferidos da cidade, o Tao, que já foi mencionado aqui e aqui. O giro é que ele continua exatamente como eu o deixei há cinco anos, só que anda mais movimentado. Qualquer hora dessas faço um roteiro dos vegetarianos numa postagem separada. A foto abaixo tirei de um site de rango vegetariano:
Rua dos Douradores, 10 - Baixa
Hoje também foi dia de conferir uma mostra de cinema, "América, América, para onde vais?", que está rolando na reitoria (clique aqui para ver a programação), que, diga-se de passagem, é aqui ao lado do apartamento onde estou.
Para deleite da minha mãe, vi o último filme do James Dean, O gigante, de George Stevens (1956), baseado num livro de Edna Ferber. Parece que ele nem viu o filme, morreu antes da estreia. Além dele, os protagonistas são Elizabeth Taylor e Rock Hudson, e há uma ponta do Rod Taylor super brotinho. O filme é giro pois retrata os latifundiários do Texas com suas questões de classe, raça e gênero. Há uma fala da personagem da Elizabeth Taylor que é um excelente exemplo feminista, e o personagem do James Dean, a despeito do seu charme de rebelde sem causa, retrata um bocado das questões sociais e econômicas. O pano de fundo é, claro, o petróleo da região e a luta do capital, que desumaniza as pessoas. Vejam o trailer:
Lembrou-me de um filmaço que vi com mamãe antes de viajar, durante a nossa maratona pré-Oscar, mas que se passa nos dias de hoje, no mesmo Texas agora em crise pós-2008:


2 comentários:
Muito legal. Jazz de primeira!
É muito bom encontrarmos lugares que já estivemos ou vimos em outros tempos. Gostei do jazz. Nossa!!! Viajei...com os filmes. Me deu vontade de ver novamente os dois.
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