Lisboa, 3 de outubro de 2008.
Esta semana começou com Machado (aliás, na terça, revi o filme Memórias póstumas e depois teve teatro muito bom: Contanto Machado de Assis, tudo de graça), passou pela primeira aula que assisti além-mar (de história da ciência para uma turma de filô) e pelas primeiras incursões na maravilhosa biblioteca da faculdade de letras da UL (onde já aprendi a tirar cópias mais baratas e sozinha), e chegou hoje ao Museu do Oriente, aproveitando a noite em que o museu fica aberto e de graça. Uma maravilha! As exposições permanentes são de tirar o fôlego, especialmente a dos Deuses da Ásia. Não consegui me furtar de murmurar o mantra Baja shri krishna, ao ver aquele desfile de cores e imagens do hinduísmo, como as das três emanações do Brahman, Brahma, Vishnu e Shiva, e especialmente a da oitava encarnação do Vishnu, que é o famoso Krishna... Hare Krishna! A outra exposição permanente é A presença portuguesa na Ásia, que é bem interessante, com seus biombos, porcelanas e documentos históricos. A exposição temporária que está rolando é muito gira: Máscaras da Ásia. Há máscaras do Japão, da China, do Tibet, da Indonésia etc. Algumas são de caráter religioso, outras apenas teatrais, mas todas parecem ter suas implicações catárticas...




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