sexta-feira, 3 de outubro de 2008

34 - Museu do Oriente

Lisboa, 3 de outubro de 2008.
Esta semana começou com Machado (aliás, na terça, revi o filme Memórias póstumas e depois teve teatro muito bom: Contanto Machado de Assis, tudo de graça), passou pela primeira aula que assisti além-mar (de história da ciência para uma turma de filô) e pelas primeiras incursões na maravilhosa biblioteca da faculdade de letras da UL (onde já aprendi a tirar cópias mais baratas e sozinha), e chegou hoje ao Museu do Oriente, aproveitando a noite em que o museu fica aberto e de graça. Uma maravilha! As exposições permanentes são de tirar o fôlego, especialmente a dos Deuses da Ásia. Não consegui me furtar de murmurar o mantra Baja shri krishna, ao ver aquele desfile de cores e imagens do hinduísmo, como as das três emanações do Brahman, Brahma, Vishnu e Shiva, e especialmente a da oitava encarnação do Vishnu, que é o famoso Krishna... Hare Krishna! A outra exposição permanente é A presença portuguesa na Ásia, que é bem interessante, com seus biombos, porcelanas e documentos históricos. A exposição temporária que está rolando é muito gira: Máscaras da Ásia. Há máscaras do Japão, da China, do Tibet, da Indonésia etc. Algumas são de caráter religioso, outras apenas teatrais, mas todas parecem ter suas implicações catárticas...
Uma delícia rever o Reginaldo Farias transformado em Brás Cubas...

Esta é a crítica que a Bárbara Heliodora fez à peça...

Esta máscara é sinistra!

Fui andando pela região das docas, que hoje em dia é um dos points da cidade, além de ser um ótimo passeio (por incrível que pareça, pois normalmente as regiões portuárias das cidades são caídas), e encontrei o famoso Cristo-Rei. Fala sério!
Olha o Ganesha aí gente...


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