domingo, 19 de março de 2017

145 - Cais do Sodré, espumante e sardinhas

Uma coisa que ainda não disse por aqui é que Lisboa mudou deveras nesses últimos cinco anos - para melhor. Da última vez que estive cá, havia muitas obras em andamento, como a região do Saldanha por exemplo, onde fui almoçar com a Helena e com o Luís anteontem, e que ficou muito legal. Ainda há obras, como a do Campo Grande bem em frente à BNP, mas o giro é ver áreas totalmente renovadas, recuperadas e com vida nova, como é o caso do Cais do Sodré, que foi devolvido ontem aos lisboetas, como se vê nesta matéria do jornal Público.

O dia estava lindo, o que ajudou o evento, que contou ainda com dois concertos, sendo um deles do Dead Combo, uma banda portuguesa de pop-rock relativamente recente, que eu já conhecia porque a Teresa me havia oferecido um CD há alguns anos. Vejam só as fotos de ontem:






O pessoal fica por ali tomando um sol, curtindo esse rio com cara de mar...



Como se vê nas fotos acima, quando chegamos a malta já estava toda lá, ocupando seu novo espaço público à beira do Tejo e desfrutando de um dia lindo de sol e temperatura amena.




Quase não se vê nada nessas fotos noturnas, mas fica aí o registro do show do Dead Combo na inauguração do novo Cais do Sodré, devidamente aproveitado pelas amigas transatlânticas e observado de longe por Sirius, Betelgeuse, Aldebaran, as três marias e tantas outras estrelas que, para nós do Sul, são companheiras de verão, mas que, por aqui, acompanham o inverno.

Ouçam um pouco do que há no youtube do disco Lisboa Mulata:


O Pedro, amigo da Teresa, juntou-se a nós no fim do show e depois fomos desbravar a região, que também foi super recuperada e está cheia de novos bares, restaurantes, cafés, discotecas etc. Paramos na Espumantaria do Cais, onde tomamos um espumante nacional, Montanha:


Acompanhado de petiscos como o torricado de sardinha (minha primeira sardinha desta temporada!):


Depois de uma passagem por um dos ex-inferninhos que agora virou um lugar modernoso, mas mantendo o registro nas paredes de gravuras, pinturas e escritos da época das prostitutas e marinheiros da região do cais, subimos a Rua do Alecrim, passeamos um bocado pelo Bairro Alto e tomamos uma saideira (caipirinha!) no quiosque do Miradouro São Pedro de Alcântara. Noitada agradabilíssima nessa cidade maravilhosa, com ótimo papo luso-brasileiro em excelente companhia, além da comida e bebida de se regalar.


Um comentário:

Julianx disse...

quase sinto a maresia, tim-tim!