O dia estava lindo, o que ajudou o evento, que contou ainda com dois concertos, sendo um deles do Dead Combo, uma banda portuguesa de pop-rock relativamente recente, que eu já conhecia porque a Teresa me havia oferecido um CD há alguns anos. Vejam só as fotos de ontem:
O pessoal fica por ali tomando um sol, curtindo esse rio com cara de mar...
Como se vê nas fotos acima, quando chegamos a malta já estava toda lá, ocupando seu novo espaço público à beira do Tejo e desfrutando de um dia lindo de sol e temperatura amena.
Quase não se vê nada nessas fotos noturnas, mas fica aí o registro do show do Dead Combo na inauguração do novo Cais do Sodré, devidamente aproveitado pelas amigas transatlânticas e observado de longe por Sirius, Betelgeuse, Aldebaran, as três marias e tantas outras estrelas que, para nós do Sul, são companheiras de verão, mas que, por aqui, acompanham o inverno.
Ouçam um pouco do que há no youtube do disco Lisboa Mulata:
O Pedro, amigo da Teresa, juntou-se a nós no fim do show e depois fomos desbravar a região, que também foi super recuperada e está cheia de novos bares, restaurantes, cafés, discotecas etc. Paramos na Espumantaria do Cais, onde tomamos um espumante nacional, Montanha:
Acompanhado de petiscos como o torricado de sardinha (minha primeira sardinha desta temporada!):
Depois de uma passagem por um dos ex-inferninhos que agora virou um lugar modernoso, mas mantendo o registro nas paredes de gravuras, pinturas e escritos da época das prostitutas e marinheiros da região do cais, subimos a Rua do Alecrim, passeamos um bocado pelo Bairro Alto e tomamos uma saideira (caipirinha!) no quiosque do Miradouro São Pedro de Alcântara. Noitada agradabilíssima nessa cidade maravilhosa, com ótimo papo luso-brasileiro em excelente companhia, além da comida e bebida de se regalar.
Um comentário:
quase sinto a maresia, tim-tim!
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