sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Jazz na Penha de França


Hoje, Angélica e eu almoçamos no Psi, restaurante vegetariano que eu queria conhecer desde 2008, e que entrou para o rol dos melhores de Lisboa, ganhando dos Tibetanos por conta do ambiente. Fica no meio de uma praça aprazível, há mesas na parte de dentro, mas o melhor é o clima de quintal charmoso das mesas do lado de fora, ou esplanada, como dizem por aqui:


À noite, depois de uma boquinha no Tati, um boteco simpático aqui na rua ao lado, fomos prestigiar o jazz no bairro. Foi só subir quatro quadras e lá estávamos no glorioso Clube Lusitano da Penha de França:

Foi lá que rolou o primeiro dia do evento Penha Jazz:


Foi muito giro, a malta estava toda lá, e o clima é totalmente de clube social mesmo. O inusitado é que o espaço é quase todo no subsolo, coisa que aqui é bem comum, constituindo literalmente um cafofo lisboeta, onde as pessoas se encontram, convivem e cultivam as artes. Aliás, o clube foi fundado em 1953, tem uma história interessante e reflete uma atividade viva de bairro, que aqui se chama freguesia e que elege seus representantes, o que aproxima a política do cotidiano das pessoas. Depois do concerto de baixo-batera-teclado, começou a rolar uma jam session, e o improviso correu solto entre os músicos que estavam na audiência. 




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