domingo, 2 de abril de 2017

156 - Tertúlias

Na sexta, depois de uma tertúlia com a Francine sobre Feyerabend e quejandos pelo skype, fui à noite para a tertúlia dos amigos da Teresa. O grupo, que, pelo que pude perceber, é composto de acadêmicos e artistas, tem se encontrado na última sexta-feira de cada mês para comer, beber e conversar sobre um tema estabelecido previamente. A ideia é uma conversa informal, sem academicismos, uma coisa leve e divertida, uma boa experiência de convívio. O primeiro foi sobre o sentido da vida, e agora o tema foi o amor. Cada tertuliano levou algo para comer e/ou beber, além de uma fala inspirada pelo tema proposto e pelo bate-papo que se estabeleceu. Pensei em falar sobre o amor em Platão, desisti porque não estava com o meu Banquete, mas mesmo assim o mundo platônico bateu ponto na reunião; depois pensei em falar sobre o amor na astrologia, mas isso seria complexo demais; então vesti minha camiseta do Darth Vader e levei um pouco de cultura pop para a tertúlia. Vejam o registro do evento:

Vamos ver se lembro o nome da malta. Na ordem:

Ana Paula, Margarida, Regina e Ana Rita

Margarida, Regina, Ana Rita, Fernando, João e Ana (bem no cantinho)

Quase a mesa toda aqui, mas a Ana (a anfitriã) aparece melhor agora (em pé ao lado da Elvira)

Ana (no cantinho), Elvira, João e Isabel

As amigas transatlânticas

Ontem ainda fui para mais uma tertúlia, agora familiar. Peguei o 311 no Campo Grande e fui até os arredores de Lisboa (Catujal) almoçar com a Lídia e sua família, agora com o filho, a nora e o neto, que não estavam da outra vez:

O marido (Manoel), o filho (Pedro) e o neto (Rodrigo). O menino Rodrigo, agora com 13 anos, não se lembrava de mim (memória de criança é curta, mas veja ele aqui e aqui).

Pedro e Sônia

Como de costume, depois saí com Lídia para um papo e um café. Provei uma tigelada, doce que já tinha visto em todas as pastelarias (confeitarias), mas que ainda não tinha comido. Resumindo, é tipo um suflê de pudim de leite. Uma delícia!
Foto capturada no site Fabrico Próprio


Um comentário:

Julianx disse...

o sentido da vida?! nossa! mas, o amor?!! nossa, nossa e nossa! tudo isso sem complexidades? vamos de vinho e cultura pop mesmo, hehehehe saudades, amiga!