Estes pães são de lascar! Haja malhação para queimar todo esse carboidrato...
Este queijo é de ovelha, tipo um requeijão, não se come a casca e é para abrir em cima como uma tampa. Família Fraga, reparem só no selo preto: Queijos Fraga.
Na segunda, atendendo a um pedido do Ricardo, fiz uma intervenção feyerabendiana na aula dele da pós. Foi bem giro! Fiz um panorama geral da vida e da obra do Feyerabend, figura que sempre vale a pena ver, ou ler, de novo. Além disso, o trabalho na Biblioteca Nacional (BNP) é uma alegria - em outra postagem coloco as novidades da pesquisa -, o lugar é mágico, confortável e inspirador. Ontem ainda dei uma de cicerone e fiz um tour por lá com Carlos e Dani, que adoraram. Depois saí com eles pelo campus da universidade. Vale lembrar que a BNP é praticamente dentro da Universidade de Lisboa.
E lá estávamos nós, debaixo de um céu azul e de um sol de rachar, andando pela alameda principal, onde se encontram o prédio da reitoria em posição central, em frente ao qual há um enorme gramado. Da reitoria, olhando para o gramado, à direita vê-se o prédio da faculdade de Direito e, logo depois, o das faculdades de Psicologia e Educação, onde fomos prestigiar o novo endereço da Livraria Metamorfose, do simpático casal Joana e Humberto, que visitamos na semana passada. À esquerda da reitoria, vê-se o prédio das faculdades de Letras e Filosofia e, logo depois, a Torre do Tombo. Atrás dela, os blocos da Faculdade de Ciências, por onde tenho andado. Quem quiser rever fotos e impressões passadas, clique aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Despedimo-nos no metro, de onde ainda lhes apontei, ao longe, o enorme Estádio Universitário (um complexo esportivo que tem de tudo, até campo de golfe), o principal bandejão e o hospital.
E para comemorar tudo isso, fui ao Hot Club na terça e na quarta. Ontem com a Teresa e anteontem com o Carlos, a Dani e o amigo deles, Felipe. Assim como na terça passada, rolou jam session com entrada grátis nos dois dias, sendo que ontem, antes da jam session, teve um pequeno concerto de dois representantes da velha guarda do jazz lisboeta - Barros Veloso no piano e Binau Moreira no baixo acústico -, que convidaram o trompetista residente, João Moreira. Um luxo só ver esse desfile de músicos excelentes no palco do HCP. Deem uma sacada no trio em outro evento no ano passado:
De quebra, nas minhas andanças achei mais uma livraria, a Artes e Letras, que fica na Rua Elias Garcia, uma transversal da Cinco de Outubro. É um sebo com uma velharia de alto nível, coisas do arco da velha, e que demandam muito tempo de garimpagem. Praticamente ao lado achei isso:
Nunca poderia imaginar que o Mircea Eliade morou em Lisboa...
3 comentários:
dá água na boca!
Esses pães e esse queijo são de dar água na boca.
Socorro!
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