quarta-feira, 3 de maio de 2017

174 - D. Dinis e Francisco de Holanda


Fontes destas e das outras imagens na postagem: site do museu e wikipedia

Coisa improvável eu visitar um museu chamado Museu do Dinheiro, mas o fato é que fui, muito interessada que estava em ver a exposição deste moço renascentista português, sobre quem nunca tinha ouvido falar: Francisco de Holanda (1517-1584), pintor, desenhista, arquiteto, iluminador e ensaísta. Fiquei encantada com o que vi sobre ele:


E também com o resto do museu, que é muito acolhedor e, por si só, merece uma visita. Há recantos de luz e sombra, e de pura contemplação, que vale a pena conferir. O espaço é novo, abriu no ano passado, e lembra muito o nosso CCBB, até porque pertence ao Banco de Portugal e tem uma exposição permanente sobre a história do dinheiro e a nossa relação com ele. Mas a versão lisboeta é bem mais modernosa e dinâmica do que a nossa versão carioca.

A RTP fez um episódio de seu programa, Visita Guiada, só sobre esse museu. Clique aqui para ir até o site da RTP; e lá clique em "Rever no RTP Play". 

Vejam um pouco do belo trabalho do Holanda:

Fiat Lux

Autorretrato (última página do livro)

Afrodite e Eros (versão walking dead)

Depois de almoçar na boa cafeteria do museu (quiche com salada e suco de laranja), ainda fui conferir os livros da aconchegante biblioteca, como o fac-símile (clique aqui para ver o original digitalizado na BNE) do De aetatibus mundi imagines [As imagens das idades do mundo], onde se encontram as três imagens acima:


Vi também a muralha de D. Dinis:


Exposição emocionante sobre a vida de D. Dinis (sobre a qual transitei um bocado durante o meu doutorado, afinal ele fundou a primeira universidade portuguesa e instaurou o português como língua oficial) e a história de Lisboa a partir dessa muralha que ele mandou construir no século XIII.

Fachada do museu





3 comentários:

Unknown disse...

Legal esse espaço parecido com o CCBB. \mas só você mesmo pra encontrar essa versão Walking Dead de Afrodite e Éros, sinistro!

Carlos Hollanda disse...

O Francisco deve ser algum ancestral meu do qual herdei a tendência ao desenho, pintura etc. Rsrsrsrsrs :-)

A viajante disse...

pois... foi o que eu também achei... :-)