A cereja do bolo, no entanto, foi a jornada Machado de Assis e a ideia de ficção, que ocorreu na Casa Fernando Pessoa, da qual acabei de chegar. Já estive lá em 2009, mas o espaço estava fechado, como se pode ver aqui. Também já tinha ido a um evento sobre Machado na Calouste Gulbenkian em 2008, devidamente registrado aqui. Veja a foto que a Dani tirou de mim hoje no hall de entrada, ao pé do mapa astrológico do moço:
Legal o mapa estampado logo na entrada da casa, né? Vejam abaixo com mais detalhes:
O evento foi durante a tarde toda, mas só vi a primeira mesa, que foi bem gira. Falaram a Estela Vieira, o Amândio Reis e a Clara Rowland, respectivamente sobre "Leitoras e interlocutoras de Machado de Assis", "Tomar à letra em dois contos de Machado de Assis" e "Autor perdulário, ideia parricida: reconhecimento e autoria em Machado de Assis". Claro que é sempre bom ouvir sobre livros, contos e personagens criados pelo bruxo do Cosme Velho, mas gostei sobretudo da última comunicação, que, além de ter sido assaz criativa (aproximou o conto "Anel de Polícrates" do filme Design for living do Lubitsch), tratou de questões que andei estudando recentemente para escrever o meu artigo sobre autoria científica.
Para fechar, trechos de dois filmes que vi no IndieLisboa, Femmes, Femmes (Vecchiali, 1974) e Venus (Glob e Albrechtesen, 2016):
2 comentários:
Ih, os brasileiros invadiram a casa do Pessoa!
Muito bacana, Cris. Bjs
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