Taí a vista do Castelo a partir do Miradouro da Graça, que eu estava devendo desde o dia em que passei por lá à noite com Teresa e Carolino, como se pode ver aqui:
Nesta, com zoom, dá para ver melhor a Ponte 25 de Abril ao fundo;
no meio, o Convento do Carmo e, um pouquinho à esquerda, com esforço, dá para ver o Elevador da Santa Justa. De lá, tirei fotos para cá em dezembro de 2008, como se pode ver aqui.
Foi uma manhã de subidas e descidas pelas ruas da Mouraria, do Castelo, da Alfama e da Graça. Já estava precisando de sombra e água fresca quando cheguei na Casa dos Bicos, onde hoje se encontra a Fundação José Saramago:
Ela já havia sido fotografada por mim em 2008, antes de ser o sítio da fundação:
A região hoje está toda em obra, então a oliveira que abriga as cinzas do Saramago está rodeada de grades, tratores e coisas afins:
Mas com um escrito no chão lembrando que ele está ali:
"Mas não subiu para as estrelas se à terra pertencia"
A "casa" do Saramago, assim como a do Pessoa ontem, é cheia de escritos dele pelas paredes e por todos os cantos, o que me fez me sentir em casa. Olhem só a escada que gira:
E o close num trecho feminista:
Saí dali, fui almoçar no Tao, passei no Mercado da Figueira e segui para a Cinemateca, onde está rolando um ciclo sobre Otto Preminger, diretor que não conhecia, mas que tem vários filmes giros, como o que vi hoje, Daisy Kenyon (Entre o amor e o ódio), de 1947, com Joan Crawford, Dana Andrews e Henry Fonda. Acho que dá para vê-lo todo no Youtube, mas segue abaixo o trailer desse filme sobre um triângulo amoroso deveras civilizado:
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