terça-feira, 25 de outubro de 2011

121 - Indo para Coimbra

A apresentação será amanhã em Coimbra, acabei de botar um ponto final nos preparativos. Em post separado coloco os slides para vocês terem uma ideia da coisa

Só para registrar, no domingo, quando eu estava almoçando na casa da Lidia, o tempo começou a virar. Desde então a instabilidade tomou conta da terra dos alfacinhas, e o sol só aparece entre nuvens, às vezes chove, às  vezes faz sol e o vento não perdoa. Ontem, quando saí da biblioteca no fim do dia e fui ao Culturgest para o festival de cinema (DocLisboa 2011) que está rolando por aqui, os termômetros marcavam 15 graus, mas o vento era de lascar. Que bom que trouxe o cachecol verde da mamãe, foi a medida certa.

Como disse, no domingo fui almoçar na Lidia e depois saímos para um café. Foi ótimo como sempre, sua comida é deliciosa, rolou um pernil com batatas, aquele papo familiar etc. Até ganhei um vinho alentejano do marido dela, que normalmente é caladão, mas tem andado bem sociável, já tinha reparado no outro dia no Parque nas Nações. Muito giro! Na hora do café, Lidia convocou sua amiga e fiel escudeira Rosa, que da outra vez já nos tinha acompanhado em vários passeios, e uma outra amiga também. Elas são muito engraçadas.

Quando cheguei à residência, Dona Rosa tinha guardado uma feijoadinha para mim, uma maravilha a feijoada portuguesa: feijão mulatinho, carnes e legumes.

Muito bem. Ontem finalmente conheci o Culturgest, um centro cultural que da outra vez acabei não conhecendo, e que é uma das sedes do DocLisboa 2011, festival de cinema tipo o do Rio, que vai rolar por aqui até domingo. Tem filme de tudo quanto é canto, ontem assisti a um filme suíço que se passa no México (Con la licencia de diós) e um belgo-holandês (De engel van Doel). Ligeiramente deprimentes, mas tudo bem. O primeiro é sobre o silêncio e a espera (do marido emigrado para os EUA) em que vive uma mãe de família nas suas tarefas diárias no meio do deserto mexicano; e o segundo sobre os moradores de uma pequena aldeia - Doel - que, por interesses expansionistas da Antuérpia, está sendo demolida gradativamente, especialmente sobre uma senhorinha fofa que se recusa a sair.

Ainda não contei que tenho duas novas amigas aqui na residência: a Cecilia, que é carioca e professora da UFF, e a Graciela, professora da Universidade de Córdoba, na Argentina, ambas trabalham com educação, sendo que a Graciela, especificamente, trabalha com metodologia de pesquisa (justamente a minha futura área em Maringá), então se interessa por filosofia da ciência, epistemologia e educação científica. Muito giro! Ontem, quando cheguei depois dessa sessão de cinema deprê, elas me acompanharam num vinhozinho.

Como vou amanhã cedo para Coimbra e não levo o computador, ficarei sem escrever até sexta.

2 comentários:

Pedro Fraga disse...

Boa Sorte.

Odete disse...

"Coimbra é uma cançãode amor e solidão..."
Boa sorte tb.
beijo
mami